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VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

 

 

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VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

 

Basta 

Percebeu-se que a família não necessariamente é o centro e o núcleo de proteção de crianças e adolescentes, podendo ser a origem de agressões.

A violência contra a criança e o adolescente é produto de múltiplos fatores:

- Dificuldades cotidianas;

- Pobreza;

- Separação do casal;

- Crises financeiras;

- Características individuais (temperamento difícil retardo mental, hiperatividade, entre outros);

- Influências familiares;

- Aspectos sociais e culturais.

Não há uma única causa, assim como não há solução única.

 

TIPOS DE VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES (GONÇALVES, 2005; OMS, 2002).

 

VIOLÊNCIA FÍSICA

Atos violentos com o uso da força física de forma intencional - não acidental - provocada por pais, responsáveis, familiares ou pessoas próximas.

 

NEGLIGÊNCIA

Omissão dos pais ou responsáveis quando deixam de prover as necessidades básicas para o desenvolvimento físico, emocional e social da criança e do adolescente.

 

PSICOLÓGICA

Rejeição, privação, depreciação, discriminação, desrespeito, cobranças exageradas, punições humilhantes, utilização da criança e adolescentes para atender às necessidades dos adultos.

 

SEXUAL

Toda a ação que envolve ou não o contato físico, não apresentando necessariamente sinal corporal visível. Pode ocorrer a estimulação sexual sob a forma de práticas eróticas e sexuais (violência física, ameaças, indução, voyeurismo, exibicionismo, produção de fotos e exploração sexual).

 

 

QUAIS OS POSSÍVEIS EFEITOS DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES?

 

 

  • Violência
  • Hiperatividade ou retraimento;

- Baixa autoestima, dificuldades de relacionamento;

- Agressividade (ciclo de violência);

- Fobia, reações de medo, vergonha, culpa;

- Depressão;

- Ansiedade;

- Transtornos afetivos;

- Distorção da imagem corporal;

- Enurese e/ou encoprese;

- Amadurecimento sexual precoce, masturbação compulsiva;

- Tentativa de suicídio, e outros...

 

 

QUEM PROTEGE A CRIANÇA E O ADOLESCENTE?

 

O artigo 5º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei Federal 8.069/90) que dispõe: "Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais".

 

 

COMO NOTIFICAR OS CASOS DE VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES?

 

- Conselho Tutelar

- Secretaria Municipal de Saúde

- Promotoria Infância e Juventude

- Delegacia da Infância e Juventude

- Defensoria Pública

 

 

LEMBRETES

 

- A violência é um problema da sociedade, não apenas da mulher.

 

- Cabe ao Estado promover ações preventivas e tomar providências jurídicas e legais para proporcionar o atendimento à saúde da mulher.

 

- A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340, de agosto de 2006) cria mecanismos para coibir a violência contra a mulher. Entre várias inovações, tal dispositivo alterou o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal.

 

- A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a violência doméstica como uma situação capaz de agravar tanto a saúde física quanto a saúde mental, portanto é uma questão de saúde pública.

 

- A violência doméstica ocorre em todas as classes sociais, em todas as etnias e raças, e ao longo do ciclo vital (da infância à velhice).

 

 

A VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR

O QUE É VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR?

 

A violência doméstica ou intrafamiliar caracteriza-se por toda a ação ou omissão que prejudique o bem-estar, a integridade física, psicológica ou a liberdade e o direito ao pleno desenvolvimento de um membro da família (Batista, 2003; Cesca, 2004; Gonçalves, 2005; Morgado, 2005).

 

Pode ser cometida dentro ou fora de casa por algum membro familiar, incluindo pessoas que passam a assumir função parental, ainda que sem laços consanguíneos. Estudos indicam que oitenta por cento dos casos de violência denunciados ocorreram dentro da casa da vítima, sendo que os perpetradores da agressão eram, principalmente, pais biológicos ou adotivos (AMENCAR, 1999).

 

A família não é, necessariamente, o centro e o núcleo de proteção dos direitos de seus membros, podendo muitas vezes ser o “palco” de um regime de terror e de desespero.

 

 

A VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR É UM PROBLEMA SÓ DO BRASIL?

 

Não. A violência intrafamiliar constitui-se em um fenômeno democrático mundial que atinge diferentes classes sociais, religião, idade e grau de escolaridade.

 

 

EXISTEM FATORES QUE CONTRIBUEM PARA VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR?

 

A violência é um fenômeno complexo e existem inúmeros fatores que podem ser apontados como desencadeadores deste fenômeno como: fatores culturais ("em briga de marido e mulher, não se mete a colher"), fatores sociais (educação, renda familiar...), fatores familiares (promiscuidade, dinâmicas e normas familiares;), comunitários etc.

 

 

A VIOLÊNCIA CONTRA MULHER

 

Este tipo de violência atinge a família, a sociedade em geral e a economia do país. Para tanto é necessária à conscientização de que a violência contra a mulher é um problema social e de saúde pública, que traz consequências físicas e psicológicas para a vítima, como também para crianças e adolescentes que a vivenciam.

 

Ocorre em todos os níveis sociais, ficando mais evidente nas classes menos favorecidas economicamente. É possível que este dado seja reflexo cultural do mito que “Em briga de marido e mulher, não se mete a colher”, diferenciando formas de denúncia sobre o problema (Roque & Ferriani, 2002).

 

O não enfrentamento desse problema tem como risco, entre outros tantos, o ciclo de violência (Marido/pai agressor = filhos agressores), 41% dos agressores também são violentos com os filhos; um terço dessas crianças tende a reproduzir essa agressividade – ciclo de violência e sofrimento.

 

 

PORQUE HÁ DIFICULDADES EM DENUNCIAR?

 

- Publicitação recente do fenômeno (somente na década de 70);

- Relações de poder X lugar social da mulher (rainha do Lar, dona de casa, subordinada ao marido);

- Heranças de um sistema patriarcalista;

- Medo de represálias, receio de passar privações, de serem julgadas...

 

 

QUEM SÃO OS AGRESSORES?

 

- Cônjuges;

- Parentes;

- Pessoas próximas;

 

 

PERFIL DE FAMÍLIAS

 

- Muito rígidas, seguindo modelos tradicionais de família.

- Comportamentos e sentimentos contraditórios (momentos de violência X sedução, afeto, carinho, presentes, arrependimentos).

 

 

PERFIL DOS AGRESSORES

 

- Apontam as características das esposas/companheiras como motivo de suas explosões. - Indivíduos sedutores;

- Não admitem que são agressores;

 

 

PERFIL DAS VÍTIMAS

 

- Menos capazes de se proteger;

- Demonstram insegurança;

- Baixa autoestima;

- Mais propensas a aceitar a vitimização como parte de sua condição (Submissão);

 

 

POSSÍVEIS SINAIS E SINTOMAS DE MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA:

 

violência contra mulher

 

- Depressão e ansiedade;

- Perturbação do sono;

- Transtornos alimentares (anorexia, bulimia, obesidade);

- Fobias;

- Dificuldades de relacionar-se;

- Manifestações psicossomáticas (taquicardia, dores no peito, colites, sangramentos uterinos...);

- Maior pré-disposição para infecções;

- Maior uso de álcool, tabaco e calmantes.

 

 

POSSIBILIDADES DE AÇÃO:

 

1º passo – rompimento, afastamento da relação entre o possível agressor e vítima.

 

As mulheres buscam primeiro ajuda da família e de relações próximas; só quando esta ajuda informal se mostra insuficiente buscam serviços de apoio.

 

 

ONDE DENUNCIAR/NOTIFICAR?

 

- Delegacia da Mulher;

- Promotoria da Justiça;

- Secretaria Municipal de Saúde (órgãos de apoio);

 

 

TRÊS TENDÊNCIAS DE ANÁLISE SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA MULHER NAS RELAÇÕES DE VIOLÊNCIA:

 

1) Homens violentos e algozes X mulheres subordinadas e vítimas (acarreta uma ideia de polarização, favorecendo uma análise de “vitimização” da mulher, ficando evidente sua passividade).

 

2) Mulheres não são vistas como vítimas (há uma ideia de igualdade entre as violências perpetradas pelos homens e as formas de reação da mulher).

 

3) Vítimas não são passivas (podem construir individual e coletivamente estratégias de ruptura da violência).

 

 

CONHEÇA OS DADOS:

 

- Cerca de uma em cada cinco brasileiras declara espontaneamente ter sofrido algum tipo de violência. O índice de violência sobe para 43% quando se trata de diferentes formas de agressão (Fundação Perseu Abramo, 2002).

 

- 70% dos incidentes de violência contra a mulher ocorreram no lar, praticados por maridos/parceiros. 40% desses casos caracterizam-se por lesões graves (dados do Banco Mundial).

 

- Violência conjugal: agressão psicológica (78,3%), abuso físico (34,4%), sendo 12,9% graves. Inquérito realizado em 15 capitais brasileiras e no Distrito Federal, 2002/2003. (Cad. Saúde Pública, 2006).

 

- Maridos e companheiros foram os responsáveis por 87% dos casos de violência doméstica contra as mulheres no Brasil. Essa violência começou antes dos 19 anos de idade para 35% dessas mulheres e é uma prática de repetição para 28%. Pesquisa nacional (Data Senado - Senado Federal, 2007).

 

 

Fonte: http://violenciaintrafamiliarfmp.blogspot.com.br

 

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A PARÁBOLA DO 
SEMEADOR
 

 

Naquele mesmo dia Jesus saiu de casa e se sentou à beira do lago.  Uma grande multidão se juntou ao seu redor. Havia tanta gente que Jesus entrou num barco e se sentou; e toda a multidão permanecia de pé na praia. Jesus lhes ensinou muitas coisas por meio de parábolas [a]. Ele dizia:

—Certo homem saiu para semear. 4 Enquanto semeava, uma parte das sementes caiu à beira do caminho e os pássaros vieram e as comeram.  Outra parte caiu no meio de pedras, onde havia pouca terra. Essas sementes brotaram depressa pois a terra não era funda, mas, quando o sol apareceu, elas secaram, pois não tinham raízes.  Outra parte das sementes caiu no meio de espinhos, os quais cresceram e as sufocaram. 8 Uma outra parte ainda caiu em terra boa e deu frutos, produzindo 30, 60 e até mesmo 100 vezes mais do que tinha sido plantado.  Quem pode ouvir, ouça.

Para que servem as parábolas

 Os discípulos de Jesus, então, se aproximaram dele e lhe perguntaram:

—Por que o senhor ensina o povo por meio de parábolas?

 E Jesus lhes respondeu:

—Somente a vocês é dado o privilégio de conhecer as verdades secretas do reino do céu e não aos outros.  Pois quem tem, receberá ainda mais e terá em abundância. Mas quem não tem, até o que tem lhe será tirado.  E é por isto que ensino o povo por meio de parábolas: Eles olham, mas não vêem; ouvem, mas não entendem.  Portanto, por intermédio deles acontece o que disse o profeta  Isaías:

“Vocês ouvirão mas, mesmo ouvindo, não conseguirão entender;

vocês olharão mas, mesmo olhando, não conseguirão ver.

 Isto acontece pois o coração deste povo está endurecido.

Eles taparam os ouvidos e fecharam os olhos.

Se não fosse assim, eles poderiam ver com os olhos,

ouvir com os ouvidos e entender com o coração,

e se voltariam para mim e eu os curaria”.

 —Mas felizes são os seus olhos, pois eles podem ver; e os seus ouvidos, pois eles podem ouvir.  Digo a verdade a vocês: Muitos profetas e homens justos desejaram ver as coisas que vocês vêem, mas não viram. Eles desejaram ouvir o que vocês ouvem, mas não ouviram.

Jesus explica a parábola do semeador

 —Ouçam o que a parábola  daquele que semeia quer dizer.  A semente que caiu à beira do caminho representa a pessoa que ouve a mensagem a respeito do reino, mas não a compreende, e Satanás então vem e tira as coisas que foram semeadas em seu coração.  A semente que caiu no meio de pedras representa a pessoa que ouve a mensagem a respeito do reino e a aceita imediatamente e com muita alegria.  Mas, como não tem raiz, não dura muito tempo. Assim que encontra dificuldades ou que é perseguida por causa da mensagem, abandona a sua fé.  A semente que caiu no meio de espinhos representa a pessoa que ouve a mensagem a respeito do reino mas é sufocada pelas preocupações com as coisas desta vida e pela ilusão das riquezas. Essa pessoa não produz nenhum fruto.  Mas a semente que caiu em terra boa representa a pessoa que ouve a mensagem e a compreende. Essa pessoa cresce e produz muitos frutos, algumas vezes trinta, outras sessenta e outras ainda cem vezes mais.


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"MINHAS PALAVRAS
NÃO PODEM ESPERAR"
Nossa razão de existir como um portal de divulgação

 

Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.

Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.

Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.

Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,.

Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.

Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.

Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.

Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.

Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.

Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.

Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.

Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.

Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.

Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação

Salmos 91:1-16

 

 

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