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SEMANA SANTA – PAROQUIA SÃO JOSE – PADRE MOACIR BISCAIA

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Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos abre, por excelência, a Semana Santa, pois celebra a entrada triunfal de Jesus Cristo, em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, a Morte e a Ressurreição.

Este domingo é chamado assim, porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão por onde o Senhor passaria montado num jumento. Com isso, Ele despertou, nos sacerdotes da época e mestres da Lei, inveja, desconfiança e medo de perder o poder. Começa, então, uma trama para condená-Lo à morte.

A liturgia dos ramos não é uma repetição apenas da cena evangélica, mas um sacramento da nossa fé, na vitória do Cristo na história, marcada por tantos conflitos e desigualdades.

 

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1 – CEIA DO SENHOR   2 – SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR

3 – VIA SACRA   4 – VIGÍLIA PASCAL

 

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CEIA DO SENHOR - PARÓQUIA SÃO JOSÉ

SEXTA FEIRA DA PAIXÃO - CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR

PROCISSÃO - VIA SACRA PARÓQUIA SÃO JOSÉ

 

VIGÍLIA PASCAL - PARÓQUIA SÃO JOSÉ

 

 

Quinta-feira Santa

Lava-pés

O Lava-pés é um ritual litúrgico realizado, durante a celebração da Quinta-feira Santa, quando recorda a última ceia do Senhor.

Jesus, ao lavar os pés dos discípulos, quer demonstrar Seu amor por cada um e mostrar a todos que a humildade e o serviço são o centro de Sua mensagem; portanto, esta celebração é a maior explicação para o grande gesto de Jesus, que é a Eucaristia.

O rito do lava-pés não é uma encenação dentro da Missa, mas um gesto litúrgico que repete o mesmo gesto de Jesus. O bispo ou o padre, que lava os pés de algumas pessoas da comunidade, está imitando Jesus no gesto; não como uma peça de teatro, mas como compromisso de estar a serviço da comunidade, para que todos tenham a salvação, como fez Jesus.

Instituição da Eucaristia

Com a Santa Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde ou na noite da Quinta-feira Santa, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e faz memória da Última Ceia, quando Jesus, na noite em que foi traído, ofereceu ao Pai o Seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou aos apóstolos para que os tomassem, mandando-os também oferecer aos seus sucessores.

A palavra "Eucaristia" provém de duas palavras gregas "eu-cháris", que significa "ação de graças", e designa a presença real e substancial de Jesus Cristo sob as aparências de Pão e Vinho.

Instituição do Sacerdócio

A Santa Missa é, então, a celebração da Ceia do Senhor, quando Jesus, num dia como hoje, véspera de Sua Paixão, "durante a refeição, tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: 'Tomai e comei, isto é meu corpo'." (cf. Mt 26,26).

Ele quis, assim como fez na última ceia, que Seus discípulos se reunissem e se recordassem d'Ele abençoando o pão e o vinho: "Fazei isto em memória de mim". Com essas palavras, o Senhor instituiu o sacerdócio católico e deu-lhes poder para celebrar a Eucaristia.

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Sexta-feira da Paixão

A tarde da Sexta-feira Santa apresenta o drama incomensurável da morte de Cristo no Calvário. A cruz, erguida sobre o mundo, segue de pé como sinal de salvação e esperança. Com a Paixão de Jesus, segundo o Evangelho de João, contemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que o transpassou o lado. Há um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da Santa Cruz, momento em que esta é apresentada solenemente à comunidade.

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Via-sacra

Ao longo da Quaresma, muitos fiéis realizam a Via-Sacra como uma forma de meditar o caminho doloroso que Jesus percorreu até a crucifixão e morte na cruz.

A Igreja nos propõe esta meditação para nos ajudar a rezar e a mergulhar na doação e na misericórdia de Jesus que se doou por nós. Em muitas paróquias e comunidades, são realizadas a encenação da Paixão, da Morte e da Ressurreição de Jesus Cristo por meio da meditação das 14 estações da Via-Crúcis.

Sábado Santo

O Sábado Santo não é um dia vazio, em que "nada acontece". Nem uma duplicação da Sexta-feira Santa. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo que pode ir uma pessoa. O próprio Jesus está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de Seu último grito na cruz – "Por que me abandonaste?" –, Ele cala no sepulcro agora. Descanse: "tudo está consumado!".

Vigília Pascal:

Durante o Sábado Santo, a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando Sua Paixão e Morte, Sua descida à mansão dos mortos, esperando, na oração e no jejum, Sua Ressurreição. Todos os elementos especiais da vigília querem ressaltar o conteúdo fundamental da noite: a Páscoa do Senhor, Sua passagem da morte para a vida.

A celebração acontece no sábado à noite. É uma vigília em honra ao Senhor, de maneira que os fiéis, seguindo a exortação do Evangelho (cf. Lc 12,35-36), tenham acesas as lâmpadas, como os que aguardam seu senhor chegar, para que, os encontre em vigília e os convide a sentar à sua mesa.

Bênção do fogo

Fora da Igreja, prepara-se a fogueira. Estando o povo reunido em volta dela, o sacerdote abençoa o fogo novo. Em seguida, o Círio Pascal é apresentado ao sacerdote. Com um estilete, o padre faz nele uma cruz, dizendo palavras sobre a eternidade de Cristo.

Assim, ele expressa, com gestos e palavras, toda a doutrina do império de Cristo sobre o cosmos, exposta em São Paulo. Nada escapa da Redenção do Senhor, e tudo – homens, coisas e tempo – estão sob Sua potestade.

Procissão do Círio Pascal

As luzes da igreja devem permanecer apagadas. O diácono toma o Círio e o ergue, por algum tempo, proclamando: "Eis a luz de Cristo!". Todos respondem: "Demos graças a Deus!".

Os fiéis acendem suas velas no fogo do Círio Pascal e entram na igreja. O Círio, que representa o Cristo Ressuscitado, a coluna de fogo e de luz que nos guia pelas trevas e nos indica o caminho à terra prometida, avança em procissão.

Proclamação da Páscoa

O povo permanece em pé com as velas acesas. O presidente da celebração incensa o Círio Pascal. Em seguida, a Páscoa é proclamada.

Esse hino de louvor, em primeiro lugar, anuncia a todos a alegria da Páscoa, a alegria do Céu, da Terra, da Igreja, da assembleia dos cristãos. Essa alegria procede da vitória de Cristo sobre as trevas. Terminada a proclamação, apagam-se as velas.

Liturgia da Palavra

Nesta noite, a comunidade cristã se detém mais que o usual na proclamação da Palavra.

As leituras da vigília têm uma coerência e um ritmo entre elas. A melhor chave é a que nos deu o próprio Cristo: "E começando por Moisés, percorrendo todos os profetas, explicava-lhes (aos discípulos de Emaús) o que dele se achava dito em todas as Escrituras" (Lc 24, 27).

Liturgia Batismal

A noite de Páscoa é o momento que tem mais sentido celebrar os sacramentos da iniciação cristã. O sacerdote que preside a celebração, nesta noite, tem a faculdade de conferir também a confirmação do batismo, para fazer visível a unidade dos sacramentos da iniciação.

Se houver batismo, deverão chamar os catecúmenos, que serão apresentados pelos padrinhos à Igreja reunida.

Ladainha de todos os santos

Nós, Igreja peregrina, em profunda comunhão com a Igreja do Céu, reafirmamos nossa fé e pedimos a intercessão daqueles que nos precederam na glória do Cristo ressuscitado.

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Bênção da água batismal

Durante a oração, o sacerdote mergulha o Círio Pascal na água uma ou três vezes. Se houver batismo, cada catecúmeno renuncia ao demônio, faz a profissão de fé e é batizado.

A bênção da água trata-se, sobretudo, de bendizer a Deus por tudo o que Ele fez, por meio da água, ao longo da História da Salvação. Neste momento, o padre implora ao Senhor que, hoje, também este sinal atualize o Espírito de vida sobre os batizados.

Renovação das promessas batismais

Após o rito do batismo (se houver) ou da bênção da água, todos, em pé e com as velas acesas, renovam as promessas do batismo.

Terminada a renovação das promessas, o sacerdote asperge o povo com a água benta, enquanto todos cantam. Neste dia, é omitido o creio; em seguida, é presidida a oração dos fiéis.

Liturgia Eucarística

A Celebração Eucarística é o ápice da Noite Pascoal. É a Eucaristia central de todo o ano, mais importante que a do Natal ou da Quinta-feira Santa. Cristo, o Senhor Ressuscitado, nos faz participar de Seu Corpo e de Seu Sangue, como memorial da Sua Páscoa. É o ponto mais importante da celebração.

 

Domingo da Ressurreição

É o dia santo mais importante da religião cristã. Depois de morrer crucificado, o corpo de Jesus foi sepultado, ali permaneceu até a ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. Do hebreu "Peseach", Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade.

A presença de Jesus ressuscitado não é uma alucinação dos Apóstolos. Quando dizemos "Cristo vive" não estamos usando um modo de falar, como pensam alguns, para dizer que vive somente em nossa lembrança.

Fonte: https://noticias.cancaonova.com/infografico/semana-santa/

 


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Missa da Quarta-feira de Cinzas reúne centenas de fiéis em São José das Palmeiras

 

Na ocasião foi lançada a Campanha da Fraternidade 2018; a data marca também o início da Quaresma, período de oração, jejum e penitencia para os cristãos.

Centenas de fiéis participaram da missa de quarta-feira de cinzas na igreja matriz São José, em São José das Palmeiras às 20 horas.

A celebração presidida pelo padre Moacir Biscaia, marcou o início da Campanha da Fraternidade 2018, que neste ano tem como tema “Fraternidade e Superação da Violência” e o lema “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8).

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Os fiéis também receberam a imposição das cinzas sobre as cabeças em sinal de penitência, lembrando de que o homem veio do pó e ao pó voltará, uma referência a fraqueza humana.

A imposição das cinzas recorda que a nossa vida na terra é passageira e que a nossa vida definitiva está na eternidade, com Deus.

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QUARTA FEIRA DE CINZAS - PARÓQUIA SÃO JOSÉ

 

O que é a Quaresma?

A quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar para a grande festa da Páscoa. É tempo para nos arrepender de nossos pecados e de mudar algo de nós para sermos melhores e poder viver mais próximos de Cristo.

A Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.

A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal.

Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Nos convida a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus.

Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a vida, devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.

 

40 dias

A duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias e Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.

Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e dificuldades.

A prática da Quaresma data desde o século IV, quando se dá a tendência a constituí-la em tempo de penitência e de renovação para toda a Igreja, com a prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor, ao menos em um princípio, nas Igrejas do oriente, a prática penitencial da Quaresma tem sido cada vez mais abrandada no ocidente, mas deve-se observar um espírito penitencial e de conversão.

Fonte: http://www.catequisar.com.br

 


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XV Encontro de CEBs - Comunidades Eclesiais de Base Três Fronteiras

reúne lideranças da Argentina, Paraguai e Brasil

 

   

  

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O evento aconteceu nos dias 11 e 12 na Paróquia São José Operário em Céu Azul

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Foi realizado no último final de semana (11 e 12), pela primeira vez na cidade de Céu Azul (PR) – Diocese de Foz do Iguaçu o encontro com os representantes das Comunidades Eclesiais de Base das Três Fronteiras, Argentina, Paraguai e Brasil; com o Tema: Cuidar da Terra e da Água e o Lema: Semear Vidas é Nossa Responsabilidade. O público reuniu cerca de 180 pessoas: (30 pessoas da Argentina e 30 do Paraguai) e os demais participantes, das paróquias da Diocese de Foz do Iguaçu. O evento é um encontro de animadores de grupos de família e coordenadores, também aberto para todas as lideranças e pessoas de outras religiões. Todos participaram com entusiasmo e comprometimento, destacando-se a presença significativa dos jovens.

Confira nossa página e Leia mais...


PARÓQUIA SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA - FINADOS

Na manhã do último dia (02) as 9 horas da manhã, no Cemitério Municipal, ocorreu a celebração da Santa Missa em memória ao dia de finados. presidida pelo padre João Disner, Pároco da Paróquia Santa Catarina de Alexandria de Vera Cruz do Oeste, Diocese de Foz do Iguaçu, onde contou com a presença de aproximadamente 700 pessoas.

Neste dia recordamos, de modo especial, os nossos mortos. Fazemos essa memória em Nosso Senhor Jesus Cristo, que venceu definitivamente a morte. Todos os que, pelo Batismo, são incorporados a Cristo, com Ele ressuscitarão dentre os mortos à semelhança de sua ressurreição.

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Fotos gentilmente cedidas por Inácio Costa  

 


 PARÓQUIA NOSSA SENHORA APARECIDA DE OURO VERDE DO OESTE

CELEBRA JUBILEU DE 300 ANOS DE NOSSA SENHORA APARECIDA

A programação incluiu procissão, missa e coroação de Nossa Senhora Aparecida

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Os devotos fiéis de Ouro Verde do Oeste participaram na última quinta-feira (12) das atividades em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Neste ano, a data marcou o jubileu dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida.

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A programação iniciou às 18:30 h com uma procissão na avenida de Ouro Verde do Oeste, seguida da celebração da Santa Missa, às 19 horas, presidida pelo frei Moacir Chiod e frei Juarez Bastiani.

 

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Durante a celebração foi realizado uma homenagem a Auxiliar Missionária Agostiniana (A.M. A), Neli Dal Pozzo, pelos seus 25 anos de vida consagrada

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A missa foi encerrada com uma encenação realizada pelo grupo de jovens JUCRI (Jovens Unidos em Cristo), com a participação de crianças e adolescentes da comunidade de Ouro Verde do Oeste.

 

 

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1 - PROCISSÃO - OURO VERDE     2 - MISSA E COROAÇÃO - OURO VERDE

3 - ENCENAÇÃO - OURO VERDE

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Santa Missa e Coroação de Nossa Senhora Aparecida

 

Coroação de Nossa Senhora Aparecida - Ouro Verde do Oeste

 

Parabéns pela linda celebração da Missa e da encenação de coroação de Nossa Senhora Aparecida. Pela organização e por proporcionar a todos que estiveram presentes muita emoção  e felicidade, onde puderam acompanhar com grande atenção e principalmente muita fé em nossa querida mãezinha do céu.

Portal Jesus Consagrado. Com


 PARÓQUIA SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA CELEBRA 300 ANOS

DA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA APARECIDA

Vera Cruz do Oeste celebra 300 do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida         A programação iniciou as 7 h com o terço e terminou ao meio dia com a Santa Missa FOTO

Fiéis de Vera Cruz do Oeste participaram na última quinta-feira (12) das atividades em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Neste ano, a data marcou o jubileu dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida.

A programação teve início as 7 horas no santuário da Igreja Matriz Santa Catarina de Alexandria, com o terço conduzido pelos Congregados Marianos, após o terço houve o ato cívico, com o hino nacional e hasteamento da bandeira do Brasil pelo prefeito, Nei Sgobi, “esta bandeira ficará eternamente hasteada para que todos que por aqui passar, se lembrem que o ato simboliza a comemoração dos 300 anos de graças e bênçãos de Nossa Senhora Aparecida”, frisou o padre João Disner.

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1 - TERÇO E HASTEAMENTO DA BANDEIRA

2 - PROCISSÃO 1          3 - PROCISSÃO 2     4 - SANTA MISSA

5 - MISSA - COMUNHÃO         6 - COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA

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PROCISSÃO

Logo após o ato cívico, os fiéis iniciaram a procissão por cerca de seis quilômetros, até a comunidade Água da Madeira, onde houve a Santa Missa e coroação de Nossa Senhora Aparecida.

No percurso, os peregrinos que caminharam para pagar promessas, agradecer a padroeira ou pedir sua ajuda receberam apoio da polícia militar, de uma ambulância com pessoas especializadas, especialmente em caso de ser necessário atendimento à saúde, voluntários também distribuiu água para os peregrinos.

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Vale ressaltar que o Padre João Disner seguiu em oração e acompanhou todo o percurso da procissão juntamente com os peregrinos.

Depois da missa, presidida pelo padre João Disner, foi feito a bênção de uma cesta contendo bolinhos, sendo distribuídos aos participantes presentes no local, oferecidos pela paróquia Santa Catarina de Alexandria, houve também um delicioso almoço, e outras atividades festivas.

RAINHA DO BRASIL

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que recebeu o nome de Aparecida por ter “aparecido” aos pescadores, foi proclamada rainha do Brasil em 1904 e, em 1930, passou a ser a padroeira do país. Somente em 1953 é que a festa de Nossa senhora Aparecida passou a ser celebrada no dia 12 de outubro, por determinação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. (CNBB).

Desde 1980, por força de decreto presidencial, o 12 de outubro passou a ser dedicado à padroeira, motivo pelo qual a data tornou-se feriado nacional.

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Parabéns a Paróquia Santa Catarina de Alexandria pela organização e dedicação a comemoração aos 300 anos de bênçãos de Nossa Senhora Aparecida, mostrando grande devoção e amor a Padroeira do Brasil.

Marcelo Martins / Sonia Souza


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A PARÁBOLA DO 

SEMEADOR

 

 

Naquele mesmo dia Jesus saiu de casa e se sentou à beira do lago.  Uma grande multidão se juntou ao seu redor. Havia tanta gente que Jesus entrou num barco e se sentou; e toda a multidão permanecia de pé na praia. Jesus lhes ensinou muitas coisas por meio de parábolas [a]. Ele dizia:

—Certo homem saiu para semear. 4 Enquanto semeava, uma parte das sementes caiu à beira do caminho e os pássaros vieram e as comeram.  Outra parte caiu no meio de pedras, onde havia pouca terra. Essas sementes brotaram depressa pois a terra não era funda, mas, quando o sol apareceu, elas secaram, pois não tinham raízes.  Outra parte das sementes caiu no meio de espinhos, os quais cresceram e as sufocaram. 8 Uma outra parte ainda caiu em terra boa e deu frutos, produzindo 30, 60 e até mesmo 100 vezes mais do que tinha sido plantado.  Quem pode ouvir, ouça.

Para que servem as parábolas

 Os discípulos de Jesus, então, se aproximaram dele e lhe perguntaram:

—Por que o senhor ensina o povo por meio de parábolas?

 E Jesus lhes respondeu:

—Somente a vocês é dado o privilégio de conhecer as verdades secretas do reino do céu e não aos outros.  Pois quem tem, receberá ainda mais e terá em abundância. Mas quem não tem, até o que tem lhe será tirado.  E é por isto que ensino o povo por meio de parábolas: Eles olham, mas não vêem; ouvem, mas não entendem.  Portanto, por intermédio deles acontece o que disse o profeta  Isaías:

“Vocês ouvirão mas, mesmo ouvindo, não conseguirão entender;

vocês olharão mas, mesmo olhando, não conseguirão ver.

 Isto acontece pois o coração deste povo está endurecido.

Eles taparam os ouvidos e fecharam os olhos.

Se não fosse assim, eles poderiam ver com os olhos,

ouvir com os ouvidos e entender com o coração,

e se voltariam para mim e eu os curaria”.

 —Mas felizes são os seus olhos, pois eles podem ver; e os seus ouvidos, pois eles podem ouvir.  Digo a verdade a vocês: Muitos profetas e homens justos desejaram ver as coisas que vocês vêem, mas não viram. Eles desejaram ouvir o que vocês ouvem, mas não ouviram.

Jesus explica a parábola do semeador

 —Ouçam o que a parábola  daquele que semeia quer dizer.  A semente que caiu à beira do caminho representa a pessoa que ouve a mensagem a respeito do reino, mas não a compreende, e Satanás então vem e tira as coisas que foram semeadas em seu coração.  A semente que caiu no meio de pedras representa a pessoa que ouve a mensagem a respeito do reino e a aceita imediatamente e com muita alegria.  Mas, como não tem raiz, não dura muito tempo. Assim que encontra dificuldades ou que é perseguida por causa da mensagem, abandona a sua fé.  A semente que caiu no meio de espinhos representa a pessoa que ouve a mensagem a respeito do reino mas é sufocada pelas preocupações com as coisas desta vida e pela ilusão das riquezas. Essa pessoa não produz nenhum fruto.  Mas a semente que caiu em terra boa representa a pessoa que ouve a mensagem e a compreende. Essa pessoa cresce e produz muitos frutos, algumas vezes trinta, outras sessenta e outras ainda cem vezes mais.


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"MINHAS PALAVRAS
NÃO PODEM ESPERAR"
Nossa razão de existir como um portal de divulgação

 

Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.

Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.

Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.

Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,.

Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.

Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.

Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.

Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.

Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.

Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.

Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.

Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.

Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.

Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.

Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação

Salmos 91:1-16

 

 

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